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Genro é condenado a mais de 17 anos por matar sogro a tiros dentro de farmácia

Genro é condenado a mais de 17 anos por matar sogro a tiros dentro de farmácia Felipe Gabriel Jardim Gonçalves foi condenado a 17 anos e quatro meses de pris...

Genro é condenado a mais de 17 anos por matar sogro a tiros dentro de farmácia
Genro é condenado a mais de 17 anos por matar sogro a tiros dentro de farmácia (Foto: Reprodução)

Genro é condenado a mais de 17 anos por matar sogro a tiros dentro de farmácia Felipe Gabriel Jardim Gonçalves foi condenado a 17 anos e quatro meses de prisão por matar o sogro a tiros em uma farmácia no Setor Bueno, em Goiânia. Felipe era genro de João do Rosário Leão, que trabalhava na farmácia quando foi morto pelo genro por conflitos familiares e pelo término do relacionamento entre o acusado e a filha da vítima. O julgamento aconteceu nesta segunda-feira, após a última sessão ter sido cancelada, em outubro do ano passado, depois que uma jurada passou mal durante os debates no plenário. O crime aconteceu em 2022 e foi registrado por câmeras de monitoramento da farmácia. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Felipe Gabriel Jardim, acusado de matar sogro João do Rosário Leão em farmácia de Goiânia, Goiás Reprodução/TJGO Felipe foi julgado por homicídio qualificado e porte de arma de fogo, mas ele foi absolvido por este último. A defesa de Felipe disse que vai recorrer da nulidade do júri por duas razões. Uma das razões seria o desrespeito a prerrogativas legais da defesa. Segundo o advogado Allan Hahnemann, o juiz teria violado a imparcialidade típica de quem preside o Tribunal do Júri. “Ele fez intervenções durante vários momentos durante as falas das testemunhas da defesa, especialmente da defesa, interrompendo depoimentos e constrangendo testemunhas”, afirmou. LEIA TAMBÉM: QUANDO ACONTECEU: Morre idoso baleado dentro de farmácia em Goiânia Acusado de matar ex-sogro em farmácia de Goiânia é mandado a júri popular Genro acusado de matar sogro dentro de farmácia vai a júri em Goiás A outra razão para pedir a nulidade do júri seria pela semi-imputabilidade de Felipe. Conforme defende o advogado, os laudos apontam que Felipe, no momento do crime, não tinha total condição de entender a ilicitude de suas ações. “Os laudos apontam que o Felipe tinha só condição parcial de entender o caráter ilícito do que estava acontecendo devido às perturbações mentais ou distúrbios mentais que ele tem. Ele estava tomando remédio e tinha tentado se suicidar na noite anterior ao fato”, declarou o advogado. Além da nulidade do júri, o advogado contou ao g1 que vai pedir a redução da pena por considerá-la desproporcional. Sogro morto a tiros dentro de farmácia Vídeo mostra quando homem invade farmácia e atira contra idoso em Goiânia O genro invadiu uma farmácia e atirou contra o sogro, de 63 anos, no Setor Bueno, em Goiânia, no dia 27 de junho de 2022. João do Rosário, que era policial civil aposentado, foi levado ao hospital, mas morreu. A câmera de monitoramento da farmácia registrou o momento em que Felipe chegou ao local apontando a arma para o sogro. Após atirar, João caiu ao chão e o homem ainda pulou no balcão e continuou atirando. O sogro foi levado para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), mas não resistiu aos ferimentos. Ele foi baleado na cabeça e chegou ao local em estado grave. Na época em que Felipe foi levado a júri popular, a defesa alegou que Felipe sofreu um surto psicótico no momento do crime e que se sentia ameaçado pela família da ex. Entretanto, o laudo realizado no âmbito da Justiça indicou que o genro era responsável por seus atos quando cometeu o crime. A defesa argumentou ainda que o crime só foi cometido porque Felipe acreditava que João teria registrado uma ocorrência policial contra ele, na intenção de matá-lo dentro da prisão. O boletim foi registrado depois que o acusado esteve na casa da vítima, apontou a arma para o ex-sogro e para Kennia e disparado para o alto. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás